Dizem que mulheres quando são amigas, ficam insuportáveis, porque concordam sempre uma com a outra e não se desgrudam. Há quem diga que as mulheres são falsas e fofoqueiras. A verdade é que é muito bom ter amigas. Aquela pra quem você conta absolutamente tudo e sente que foi entendida. Aquela que te dá broncas e manda você parar de gostar daquele menino que só te fez mal. Aquela que abraçou em silêncio e sentiu você chorar. Aquela que ouve quando você está apaixonada e passa horas falando do mesmo assunto, Aquela que parece sua mãe, e vive pra te dar conselho. Aquela que te deu o conselho certo, que você não ouviu! Aquela que presenciou o maior mico e segura seu braço quando você tropeça. Aquela que irrita, mas que você não imagina vida sem ela. Aquela que defende você de tudo e de todos. E tem também as melhores amigas, aquelas, que são SIMPLESMENTE aquelas.
Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania, Depende de quando e como você me vê passar. Clarice Lispector
sexta-feira, 22 de abril de 2011
não se deve...
julgar ninguém sem saber os motivos do comportamento dela, se deve viver com o coração, agir pela emoção. a maioria das pessoas pensa muito, tem medo de se apaixonar, de gostar de alguém de verdade, e quando gostam muitas vezes nao admitem pra si mesmos , elas acabam sendo mais tristes por viverem pela razão e pensar só no bem fisico. se deve viver para sorrir, e o que te faz sorrir ? um sorriso de quem se ama, uma palavra que mesmo baixa é verdadeira, risos provocados por besteiras, e não importa se vão te julgar, viva para si. não se deve ter medo de mostrar a verdadeira face, de mostrar a SUA face.
http://www.youtube.com/watch?v=PU45eN_ZvJA
http://www.youtube.com/watch?v=PU45eN_ZvJA
domingo, 6 de fevereiro de 2011

Todas as mulheres já ficaram com alguém comprometido, já pegaram um menino mais novo, já beijaram o guri que a amiga gostava e já amaram um cafageste. Todas as mulheres já pensaram em negar, já juraram dizer "não" pra sempre, e o pra sempre sempre terminava da próxima vez que se viam. Todas as mulheres já tentaram resistir mas não conseguiram, e se conseguiram se arrependeram. Todas as mulheres um dia já pegaram um cara feio, já terminaram por opiniões de amigas e já apontaram para um cara gato e falaram: "aquele ali eu já peguei". Toda mulher tem um amigo colorido. Sabe porque? Porque também somos seres humanos e também temos hormônios e sentimentos. Também temos um reserva e também gostamos de provar os de fora. Nós também podemos ver a beleza de alguém só quando estamos bêbadas, e também podemos negar que pegamos um cara.
O importante
não são quantas pessoas telefonam pra você, nem com quem você saiu ou está saindo. Não são seus sapatos, nem seus cabelos, nem a cor da sua pele, nem onde você mora, que esporte você pratica ou o colégio que freqüenta. O importante não são suas notas, seu dinheiro, suas roupas ou se passou no vestibular. Na vida, o importante não é ser aceito ou não pelos outros. Na verdade, o importante é quem você ama e quem você fere, é como você se sente em relação a você mesmo, é confiança, felicidade e compaixão, é ficar do lado dos amigos e substituir o ódio por amor. É o que você diz e o significado das suas palavras. É gostar das pessoas pelo que elas são e não pelo que têm, fingem ou pretendem ser, isso é o importante.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
domingo, 2 de janeiro de 2011
O quase amor
Você já quase amou alguém?
Explico. Você já teve alguém na sua vida especial, com quem você é feliz em dividir beijos, bem-casados e papos-furados? Alguém que te faz sorrir pelos motivos mais idiotas, e te faz sentir um apertinho no peito quando fica sem ver por um tempo?
Você quase ama.
Você quase diz isso.
Você quase se convence que sua busca acabou.
Mas tem uma pulga que não pára de morder. A pulga da dúvida.
Dizem que no amor não há espaços para hesitações.
Eu discordo disso. Para mim o amor é uma eterna interrogação. Será que ele me ama? Será que vai durar para sempre? Será, será? Será que é o João? Será que é a Maria?
O amor é sempre perguntar um será.
E o quase amor?
O quase amor é questionar o talvez. É a dúvida da dúvida. É uma pergunta de uma pergunta sem resposta.
Eu já quase amei algumas vezes.
Amei outras tantas.
Mas o quase... o quase é aquele amor traiçoeiro que não morre fácil. O quase não gosta de morrer, porque ele simplesmente não nasceu direito! O quase se alimenta da gente. É a carniça do sentimento.
O quase amor, o quase não vivo sem... É que tem sempre a pergunta, a parede, uma muralha que te segura, que não te deixa travessar a barreira do quase.
É isso que nós mantém seguros, calmos, tranquilos.
Mas até quando isso dura?
Será que temos absoluto controle do nosso quase lá?
O que eu posso dizer é que ainda bem que eu admiro o quase.
Admiro o meio do caminho. É como se fosse uma enorme clareira, um mirante. Uma pausa para uma foto.
O quase é isso. É poder pensar se vale a pena arriscar todo o resto.
Eu estou quase desistindo deste texto.
Porque eu quase perdi uma noite inteira de sono.
Fiquei pensando no meu quase. Na minha dúvida.
É preciso chegar a uma conclusão.
Então eu quase ataquei a geladeira.
Quase saí para dançar.
Quase fiz a trigésima ligação.
Quase confessei que o que eu sinto não é só um mero quase.
E quase perdi a razão.
Explico. Você já teve alguém na sua vida especial, com quem você é feliz em dividir beijos, bem-casados e papos-furados? Alguém que te faz sorrir pelos motivos mais idiotas, e te faz sentir um apertinho no peito quando fica sem ver por um tempo?
Você quase ama.
Você quase diz isso.
Você quase se convence que sua busca acabou.
Mas tem uma pulga que não pára de morder. A pulga da dúvida.
Dizem que no amor não há espaços para hesitações.
Eu discordo disso. Para mim o amor é uma eterna interrogação. Será que ele me ama? Será que vai durar para sempre? Será, será? Será que é o João? Será que é a Maria?
O amor é sempre perguntar um será.
E o quase amor?
O quase amor é questionar o talvez. É a dúvida da dúvida. É uma pergunta de uma pergunta sem resposta.
Eu já quase amei algumas vezes.
Amei outras tantas.
Mas o quase... o quase é aquele amor traiçoeiro que não morre fácil. O quase não gosta de morrer, porque ele simplesmente não nasceu direito! O quase se alimenta da gente. É a carniça do sentimento.
O quase amor, o quase não vivo sem... É que tem sempre a pergunta, a parede, uma muralha que te segura, que não te deixa travessar a barreira do quase.
É isso que nós mantém seguros, calmos, tranquilos.
Mas até quando isso dura?
Será que temos absoluto controle do nosso quase lá?
O que eu posso dizer é que ainda bem que eu admiro o quase.
Admiro o meio do caminho. É como se fosse uma enorme clareira, um mirante. Uma pausa para uma foto.
O quase é isso. É poder pensar se vale a pena arriscar todo o resto.
Eu estou quase desistindo deste texto.
Porque eu quase perdi uma noite inteira de sono.
Fiquei pensando no meu quase. Na minha dúvida.
É preciso chegar a uma conclusão.
Então eu quase ataquei a geladeira.
Quase saí para dançar.
Quase fiz a trigésima ligação.
Quase confessei que o que eu sinto não é só um mero quase.
E quase perdi a razão.

E o medo se vai
Eu busco no horizonte
Os sonhos que deixei pra trás
Por não saber viver.
E hoje falo de amor,
Pois ontem eu te digo amigo
Que vivi na dor sem hesitar.
[...]
Os dias correm, somem
E com o tempo não vão voltar,
Só há uma chance pra viver.
Não perca a força, e o sonho,
Não deixe nunca de acreditar
Que tudo vai acontecer.
[...]
Levante as mãos e vai sentir,
O Homem da Cruz a te remir
Olhe pro céu e tente ver,
Há um Deus a espera de você
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